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input_output é Douglas Dickel
DISCOGRAFIA:
1. LP: 'Eu contenho todos os meus anos dentro de mim' (2005; Open Field)
2. SINGLE: 'Polissonografia' (2006; Antena)
3. EP: 'Panetone session #5' [com Pan&tone] (2008)
4. SINGLE: 'Dubster (input_output remix)' [remix de FireFriend] (2008)
5. EP: 'Porco-espinho' [com Pan&tone e Dom Pedro] (2008)
VINTE E DUAS IMPRESSÕES:
"Foi legal te ver improvisando com os caras, já vi muita coisa louca, mas nunca tinha imaginado alguém tocando no tĂȘnis!!!" (Célia Maschmann/metroidE)
"input_output é o trabalho 'solo / individual / de-um-homem-só' de Douglas Dickel. Membro da guitar band Pelicano e da Blanched, de pós-rock, o gaúcho criou o projeto para exercitar seu lado mais autoral. Seu primeiro CD, Eu contenho todos os meus anos dentro de mim, foi lançado no final do ano passado pelo selo Open Field, ligado à distribuidora Peligro. Misturando elementos acústicos e eletrônicos, e buscando promover um árido diálogo entre o experimentalismo e a canção, o disco pode parecer 'difícil' para ouvidos leigos. Dickel afirma que de fato busca certo 'estranhamento'. Mas isso não quer dizer que seu som seja impenetrável." (Dagoberto Donato/Trama)
"O registro de estreia do input_output é experimental, mas não é cansativo ou demasiado absorvente e denso: há momentos de plena ortodoxia e de 'bem-estar', correspondentes a abordagens mais mainstream. Visto dessa perspectiva, poucos discos conseguem equilibrar tão bem facetas quase inconciliáveis num objeto artístico minimamente homogêneo. 'Eu contenho todos os meus anos dentro de mim' é um convite a uma primeira abordagem a facetas mais ousadas da música moderna. 'Ouça nos fones', aconselha-se na nota de capa. A experiência é recomendável." (João Pedro Barros/Bodyspace.net)
"Ainda estou ouvindo. Difícil num primeiro momento, pois nunca tinha ouvido nada parecido. Sempre que ouço algo, procuro traduzir o som através de imagens na minha cabeça, isso é autom´tico para mim. E essa transposiço ainda está indefinida pra mim. Preciso ouvir mais..." (Daniel Chiapinotto/Andina)
"Eu queria mais coisas nesses estilos do input_output, do Lavajato, do Objeto Amarelo. Eu acho muito foda. Cara, tem umas coisas fodidas no som do input_output, me remeteu a Einsturzende Neubauten. Chique demais." (Antonio Sevilha)
"Douglas Dickel é guitarrista da banda de post-rock Blanched, mas trabalha nas horas vagas em seu projeto solo input_output. Ainda que dedilhados de guitarra remetam à sua outra banda, Douglas mexe com colagens sonoras, narrações e muito ruído. Samples de vozes e texturas preenchem esparsamente as camadas, partindo de minimalismo distorcido até noise quase industrial. Sombrio e incômodo, como um filme de David Lynch." (Guilherme Barrella/Peligro)
"Finalmente consegui ouvir algumas coisas do input_output, projeto do Douglas Dickel. Est´ muito bom, muito bom. Est´ soturno e perigoso." (Leonardo Fleck/Blanched)
"Eu gosto muito das polissonografias. E 'Albatroz' me emociona." (Aneane)
"Cara, uma pergunta: por que você acha que as pesoas vão gostar de uma coisa que é deliberadamente feita para ser agressiva contra aqueles que estão o escutando? Por que sangrar os ouvidos dos seus ouvintes, da sua mãe e dos seus amigos? Gostaria de entender o que o motiva nessa insana empreitada." (Caco Rocha)
"Visceral. Estava muito bom mesmo [o show no terraço]. Fiquei inspirado pelo momento 'I will eat your soul'." (Fernando Bakos/Temper Faktor)
"O Douglas é um artista que se encaixa perfeitamente no termo mediamaker, cuja definição vi estes dias: 'someone who blends the skills of a writer, photographer, musician, filmmaker, designer and developer to produce mediaware (a blend of media content and software code that is digital, interactive and online) for information, communication and entertainment applications'. Este último trabalho dele me agradou. Ele produziu um CD sozinho em casa no computador. O resultado são colagens, samples e texturas que vem acompanhadas de narrações em um tom de voz instigante. Algumas letras são verdadeiros poemas pílulas, que usam da ingenuidade e simplicidade para tocarem em assuntos profundos, 'plásticos' e modernos. Eles com certeza seguem a linha minimalista que Douglas desenvolveu em seu primeiro livro de poemas e vem buscando em suas fotos. O minimalismo no CD não está só nas letras como no próprio som, de forma distorcida. Em algumas faixas, as colagens são extremamente poluídas. Poluídas porém de uma forma harmônica como o caos organizado das luzes vermelhas e brancas de carros em movimento nas grandes cidades. Se por um lado os estímulos sonoros perturbam, por outro eles dão vontade de dançar." (Carol Teresa Mazetto)
"O input_output é muito mais um desafio de superar barreiras na música do que um projeto consistente musical. É mais uma prova de que o que se pode fazer sonoramente pode ser sempre surpreendente." (Caco Rocha)
"Música perturbadora, noise experimental com camadas de ruídos sobre vozes repetitivas e letras claustrofóbicas, minimalismo revelando também um aspecto pop. Da mesma turma de Wolf Eyes, re: e Fennesz, lembra também a IDM do povo da Warp Records e, por vezes, Arab Strap e Sparklehorse. Entre climas pesados e canções para ninar bebês, Dickel parece querer nos dizer, através de sua música, que nada está bem - ou que nada est´ como deveria ser. As texturas ruidosas constantes, seja em volume baixo, seja em primeiro plano, perpassam todo o disco." (João Perassolo)
"Ouvi o input_output e gostei das texturas, das alternâncias. Muito bem captado/gerado. Fora o visual, que também curti." (Carlos D/Lavajato)
"O piso reflete o céu... O limpador de parabrisa não quebra o ritmo nem na passagem de cena. Detalhes cuidadosos de Mr. Dickel em looping. Sim. Muito bom! (...) Uau!!! Sem edição?! O Sr. Acaso est´ de parabéns!" (Tati Moh)
"A banda input_output, convidada para abrir o show [dos Superphones], mostrou completa falta de sensibilidade com uma performance chatíssima. Muito cabeça, muita poesia nível um e principalmente pretensão. Ninguém conseguiu entrar no clima. Somos todos burros para o som cabeça deles. Desculpe, leitor, não posso passar um retrato fiel de tamanha arte." (Eduardo Menezes)
"Hoje parei para escutar as músicas do input_output. Eu nço estava esperando muito; não sabia do que se tratava as músicas... Puf, foi um baque! Gostei pra caramba da mesma maneira que alucinei quando ouvi Blanched pela primeira vez.
Demais! Você é totalmente múltiplo genial, cara, em tudo o que eu vi, li e ouvi até agora. Eu estava lendo num site como você fez as músicas e achei demais o processo." (Adriano Arrigo)
"Eu acho muito boa a forma como você estrutura suas 'cançães' e os timbres que você usa. Tem bastante ruído e eu acho que você sabe jogar bem com os sons na hora certa." (MMeNDES aka Marcelo Mendes)
"input_output está na minha lista de favoritos na trama virtual. No Prêmio London Burning de Música Independente, meu voto na categoria '1.2.2 melhor disco de eletrônica' foi para 'eu contenho todos os meus anos dentro de mim - input_output'. E como sou fã de IDM, fã de sons para o cérebro dançar, também sou fã do projeto-de-um-homem-só de Douglas Dickel e seu maravilhoso input_output." (Flanicx)
"input_output é bem foda." (Cadu Tenório/Ceticências)
"Essa 'Bomba de câmera de pneu' ficou parecendo kraftwerk, muito bom." (Cristiano Rosa/Pan&tone)
"Como você poderá ouvir, sinais de rádio do espaço são geralmente parecidos com chiados ou zunidos." (SETI@home BR)
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EU CONTENHO TODOS OS MEUS ANOS DENTRO DE MIM : LETRAS
(3° melhor disco de eletrônica no Prêmio London Burning 2005 & 4° melhor disco de eletrônica no Prêmio Dynamite 2005, com 286 votos do público)
01. EU CONTENHO TODOS OS MEUS ANOS DENTRO DE MIM 02. CAMINHO 03. JOELHO 04. ESCOMBROS 05. AÇO, ASFALTO, PLÁSTICO 06. CADA VEZ MAIS 07. ARANHAS VERSUS ABELHAS 08. MEDO 09. INDÚSTRIA BRASILEIRA DE LAVADORAS AUTOMÁTICAS 10. ALBATROZ 11. INSECT-PROJECT 12. JOSEPH CAMPBELL 13. BANHO QUENTE 14. QUALQUER LUGAR/SOMEWHERE 15. SQUASH/PÓQUET
Obrigado. Ouça nos fones. Participações de Mariana Prates (4) e Manuela Martini Colla (12). Concebido na Zona entre a primavera de 1977 e o outono de 2005. Realizado no outono de 2005 em Porto Alegre, Brasil, no estúdio Big Beng. Material bônus: 'Sol escarrado de cinza', tema composto por Douglas Dickel e Muriel Paraboni e gravado e produzido no Estúdio 12 por Marcelo Fruet e Otávio Loschkin para a trilha sonora do filme curta-metragem 'Miopia', de Muriel Paraboni.
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WALLPAPERS:
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fotografia de fundo: Douglas Dickel
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