Ao leitor

SPLEEN E IDEAL

I - Bênção
II - O albatroz
III - Elevação
IV - Correspondências
V - "Amo a recordação daqueles tempos nus..."
VI - Os faróis
VII - A musa doente
VIII - A musa venal
IX - O mau monge
X - O inimigo
XI - O azar
XII - A vida anterior
XIII - Ciganos em viagem
XIV - O homem e o mar
XV - Dom Juan nos infernos
XVI - Castigo do orgulho
XVII - A beleza
XVIII - O ideal
XIX - A giganta
XX - A máscara
XXI - Hino à beleza
XXII - Perfume exótico
XXIII - A Cabeleira
XXIV - "Eu te amo como se ama a abóbada noturna..."
XXV - "Porias o universo inteiro em teu bordel..."
XXVI - Sed Non Satiata
XXVII - "Envolta Em Ondulante Traje Nacarado"
XXVIII - A serpente que dança
XXIX - Uma Carniça
XXX - De Profundis Clamavi
XXXI - O vampiro
XXXII - "Certa noite bem junto a uma horrenda judia..."
XXXIII - Remorso póstumo
XXXIV - O gato
XXXV - Duellum
XXXVI - A varanda
XXXVII - O possesso
XXXVIII - Um fantasma
XXXIX - "Estes versos te dou para que, se algum dia..."
XL - Semper eadem
XLI - Toda ela
XLII - "Que dirás esta noite, ó alma abandonada..."
XLIII - O archote vivo
XLIV - Reversibilidade
XLV - Confissão
XLVI - A aurora espiritual
XLVII - Harmonia da tarde
XLVIII - O frasco
XLIX - O veneno
L - Céu nublado
LI - O gato
LII - A bela nau
LIII - O convite à viagem
LIV - O irreparável
LV - Conversa
LVI - Canto de outono
LVII - A uma madona (ex voto ao gosto espanhol)
LVIII - Canção da sesta
LIX - Sisina
LX - Louvores à minha Francisca
LXI - A uma dama crioula
LXII - Moesta et Errabunda
LXIII - A alma do outro mundo
LXIV - Soneto de outono
LXV - Tristezas da lua
LXVI - Os gatos
LXVII - Os mochos
LXVIII - O cachimbo
LXIX - A música
LXX - Sepultura
LXXI - Uma gravura fantástica
LXXII - O morto alegre
LXXIII - Tonel do ódio
LXXIV - O sino rachado
LXXV - Spleen
LXXVI - Spleen
LXXVII - Spleen
LXXVIII - Spleen
LXXIX - Obsessão
LXXX - O gosto do nada
LXXXI - Alquimia da dor
LXXXII - Horror simpático
LXXXIII - O heautontimoroumenos
LXXXIV - O irremediável
LXXXV - O relógio

QUADROS PARISIENSES

LXXXVI - Paisagem
LXXXVII - O sol
LXXXVIII - A uma mendiga ruiva
LXXXIX- O cisne
XC - Os sete velhos
XCI - As velhinhas
XCII - Os cegos
XCIII - A uma passante
XCIV - O esqueleto lavrador
XCV - O crepúsculo da tarde
XCVI - O jogo
XCVII - Dança macabra
XCVIII - O amor da mentira
XCIX - "Sempre hei de recordar, da cidade vizinha"
C - "À moça de servir de que tinhas ciúme"
CI - Brumas e chuvas
CII - Sonho parisiense
CIII - O crepúsculo da manhã

O VINHO

CIV - A alma do vinho
CV - O vinho dos trapeiros
CVI - O vinho do assassino
CVII - O vinho do solitário
CVIII - O vinho dos amantes

FLORES DO MAL

CIX - A destruição
CX - Uma mártir
CXI - As réprobas (ou mulheres malditas)
CXII - As duas boas irmãs
CXIII - A fonte de sangue
CXIV - Alegoria
CXV - Beatriz
CXVI - Uma viagem a Citera
CXVII - O amor e o crânio

REVOLTA

CXVIII - A negação de São Pedro
CXIX - Abel e Caim
CXX - As litanias de Satã

A MORTE

CXXI - A morte dos amantes
CXXII - A morte dos pobres
CXXIII - A morte dos artistas
CXXIV - O fim da jornada
CXXV - O sonho de um curioso
CXXVI - A viagem


SUPLEMENTO ÀS FLORES DO MAL: NOVAS FLORES DO MAL

I - Epígrafe para um livro condenado
II - O exame da meia-noite
III - madrigal triste
IV - O admoestador
V - O rebelde
VI - Bem longe daqui
VII - Recolhimento
VIII - O abismo
IX - As queixas de um Ícaro
X - A tampa


SUPLEMENTO ÀS FLORES DO MAL: POEMAS ACRESCENTADOS EM 1868

XI - O cachimbo da paz, imitando Longfellow
XII - A prece de um pagão
XIII - A lua ofendida
VIX - A Théodore de Banville


MARGINÁLIA

I - O crepúsculo romântico

Poemas condenados

II - Lesbos
III - Mulheres malditas - Delfina e Hipólita
IV - O Letes
V - A que está sempre alegre
VI - As jóias
VII - As metamorfoses do vampiro

Galanteios

VIII - O repuxo
IX - Os olhos de Berta
X - Hino
XI - As promessas de um rosto
XII - O monstro ou o padrinho de uma ninfa macabra

Epígrafes

XIII - Versos para o retrato de Honoré Daumier
XIV - Lola de Valência
XV - Sobre o Tasso na prisão

Peças várias

XVI - A voz
XVII - O imprevisto
XVIII - O resgate
XIX - A uma malabarense

Pilhérias

XX - As estréias de Amina Boschetti
XXI - A Eugène Fromentin, a propósito de um importuno que se dizia seu amigo
XXII - Uma tasca divertida na estrada de Bruxelas a Uccle



Poemas retirados da exímia obra de Charles Baudelaire, traduzidos por Ivan Junqueira e Jamil Haddad.

Veja também o texto original em francês das Flores do Mal - Les Fleurs du Mal. Para fazer o download clique aqui. O arquivo está no formato DOC e compactado em ZIP.
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