Luís Amaro de Oliveira
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Biografia
Luís Amaro de Oliveira nasceu em Braga, na Quinta de Santa Tecla, a 7 de Julho de 1920. Naquela cidade, fez a Escola primária, assim como o ensino Secundário no Liceu Sá de Miranda.
Frequentou o primeiro ano da faculdade de Letras na Universidade de Coimbra. Por motivo de deslocação da família, foi para Lisboa, tendo concluído na Universidade Clássica desta cidade a licenciatura em Filologia Românica. Aí, foi aluno dos Professores Vitorino Nemésio, Delfim Santos e Jacinto do Prado Coelho.
Foi amigo de Fidelino de Figueiredo, que visitou algumas vezes, quando este deixou o Brasil e se fixou em Portugal. Outros dois amigos queridos foram Matilde Rosa Araújo e Sebastião da Gama - ambos frequentadores de nossa casa.
Aqui, na Póvoa, havia um grupo de amigos que se reunia no Diana Bar; todos os sábados, jantavam e conversavam até tarde: José Régio, Manoel de Oliveira, Padre João Marques, Dr. Orlando Taipa, Dr. Pacheco Neves, Agustina Bessa Luís e outros de que, de momento, me não lembro.
Casámos na Igreja de Apúlia, Esposende, a 3 de Janeiro de 1949. Tivemos seis filhos: Luís Amaro, Maria Luísa, Pedro Manuel, José Nuno, Maria Teresa e Maria Paula.
Em Lisboa, leccionou nas escolas Ferreira Borges (1945-1950) e Afonso Domingues (1950-1953). Foi então que procurou contactos com a Família Verde, deslocando-se várias vezes a Linda-a-Pastora, onde conheceu o barbeiro de Cesário Verde, tendo colhido muitas notas sobre o Poeta, cuja obra sempre o entusiasmou. Com o Grupo Complementar de Literatura da Escola Ferreira Borges, deslocou-se à Quinta de Linda-a-Pastora, onde foi colocada uma lápide e deu uma aula.
Deixando a cidade de Lisboa, veio para o Norte, para a povoação da Apúlia, onde viveu em casa de família, deslocando-se à Póvoa de Varzim para dar as suas aulas. Mais tarde, fixou residência nesta cidade, tendo leccionado na Escola Comercial e Industrial da Póvoa de Varzim (Fábrica do Gás) e na actual Escola Secundária Rocha Peixoto, assim como no Liceu Nacional da Póvoa de Varzim - actual Escola Secundária Eça de Queirós (1953-1960).
Fez o estágio no Porto, no Liceu D. Manuel II (1960-62); foi, durante 13 anos, professor efectivo no liceu Alexandre Herculano, tendo então assumido as funções de Orientador de Estágio e de Metodólogo Itinerante, continuando a viver na Póvoa de Varzim, em cujo Liceu passou a leccionar a partir de 1975 até 1990, ano em que se reformou.
Faleceu nesta cidade a 16 de Janeiro de 1991, com 70 anos de idade. Encontra-se sepultado em Marrancos, Vila Verde, Braga.
Maria Margarida Duarte da Fonseca Oliveira.
(Viúva do Dr. Luís Amaro )
Póvoa de Varzim, 16 de Janeiro de 1998
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Obras e trabalhos do Dr. Luís Amaro de Oliveira
"CESÁRIO VERDE (Novos subsídios para o estudo da sua personalidade)"
– Colecção Perfil e Ensaio, Editorial Nobel, Coimbra, 1944.
"ANTÓNIO FEIJÓ E A SUA OBRA" – Tese de Licenciatura, Ponte de Lima, 1945.
"UM POUCO DE TUDO" – LEITURAS – Ensino Técnico Profissional – em colaboração com Manuel José Antunes, Coimbra, Livraria Popular de Francisco Franco, Lisboa.
"3 SENTIDOS FUNDAMENTAIS NA POESIA DE CESÁRIO VERDE
" – Edição do autor, Lisboa, 1949.
"A MORTE DE SEBASTIÃO DA GAMA"- Lisboa, 1951.
"PARA UMA BIOGRAFIA DE CESÁRIO" – Porto Editora, 1952.
"OS MONGES NEGROS" de ARTUR PORTELA – Jornal do Barreiro, 17 de Janeiro de 1952.
"NOVO DICIONÁRIO FRANCÊS – PORTUGUÊS" (de colaboração) – Ed. Simões Lopes, Porto, 1955.
"A HISTÓRIA E A LENDA NA INTERPRETAÇÃO DA PERSONALIDADE DO INFANTE" – Edição do "Jornal Cávado", Tipografia do Cávado, Esposende, 1960.
"ANTOLOGIA DE LENDAS NARRATIVAS E CONTOS" – para o 2.º e 3.º ciclos dos Liceus, com desenhos de José Régio, Júlio Resende e do Arquitecto Bravo Neves, Porto Editora, 1965.
"OS GRANDES ESCRITORES PORTUGUESES" Dos SÉCULOS XVII, XVIII e XIX – Antologia de colaboração com Feliciano Ramos, Livraria Cruz, Braga, 1965.
"LIÇÕES DE PORTUGUÊS" – Análise dos textos dos livros "MEU PORTUGAL MINHA TERRA", 1.º ano (Tomos I e II); 2.º ano (Tomo III), em colaboração com António Cardial Nunes, Porto Editora, 1965.
"CADERNOS DE EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS PARA OS 1.º E 2.º ANOS DO ENSINO LICEAL" – Porto Editora, 1966.
"NOTAS EXERCÍCIOS E VOCABULÁRIO DO LIVRO DE LEITURAS 4.ª CLASSE"
- Série Escolar, Porto Editora,1966.
"FREI LUÍS DE SOUSA"
de Almeida Garrett- realização didáctica de Luís Amaro de Oliveira, dedicada ao Dr. António Salgado Júnior, com um desenho de José Régio, Porto Editora, 1968.
"ANTOLOGIA DE PEÇAS DRAMÁTICAS- CONTOS, LENDAS E NARRATIVAS"
, para o 1.º e 2.º ciclos dos Liceus, com desenhos de José Régio, Júlio Resende e Arquitecto Bravo Neves, Porto Editora, 1971.
"ANTOLOGIA DE PEÇAS DRAMÁTICAS- CONTOS, LENDAS E NARRATIVAS"
, para o Ciclo Preparatório e Ensino Liceal (1.º Ano e Curso Complementar ) e Técnico, com desenhos de José Régio, Porto Editora, 1974.
"VIAGENS NA MINHA TERRA"
de Almeida Garrett - Realização didáctica de Luís Amaro de Oliveira, Porto Editora, 1974.
"AMOR DE PERDIÇÃO (MEMÓRIAS DE UMA FAMÍLIA)"
de Camilo Castelo Branco - Realização didáctica de Luís Amaro de Oliveira, dedicada a Manoel de Oliveira, contendo ilustrações do filme realizado por este cineasta, Porto Editora, 1975.
"FARSA CHAMADA AUTO DA ÍNDIA"
de Gil Vicente - Realização didáctica de Luís Amaro de Oliveira, Porto Editora, 1975.
"CADERNO PARA UMA DIRECÇÃO DE LEITURA" DE "OS MAIAS"
de Eça de Queirós - Realização didáctica de Luís Amaro de Oliveira com a colaboração de Maria António Gandra, Porto Editora, 1979.
"ANTOLOGIA COMENTADA DE POESIAS DE O LIVRO DE CESÁRIO VERDE"
- Realização didáctica de Luís Amaro de Oliveira, dedicada ao Professor Dr. Jacinto do Prado Coelho, Porto Editora, 1980.
"DICIONÁRIO PORTUGUÊS-FRANCÊS E FRANCÊS-PORTUGUÊS"
(2 vols.) - com a colaboração de Manuel José Antunes Coimbra, Ed. Domingos Barreira, Porto.
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"Diz o Doutor que mo (Frei Luís de Sousa) dedica pelo que me deve. Esclareçamos: Aquele trabalho é seu, deve-o a qualidades suas. Que haverá ali que me possa dever? (...)
Encomendei-lhe uma análise de alguns trechos da Selecta do 1.º ciclo, o Doutor entusiasmou-se a ponto de seguir pela Selecta fora... E seguindo, seguindo, sempre respeitando a norma do domínio e do consciente aproveitamento, o Doutor, que entretanto fizera degrau pela edição dos Contos, acaba de dar prova decisiva daquela confiança e daquela segurança com o Frei Luís".
ANTÓNIO SALGADO JÚNIOR, correspondência particular, 10/4/68
"Vi na secretária do Luís Amaro (o de cá...) a sua edição do "Amor de Perdição", cobicei-lhe o livro, li o seu comentário – e quero felicitá-lo: é uma lúcida, original, fundamentada, válida leitura crítica do texto camiliano".
JACINTO DO PRADO COELHO, correspondência particular, 16/12/76
"Os seus trabalhos (Viagens na Minha Terra e Amor de Perdição) são um exemplo de rigor e de visível amor pelos autores tratados".
MÁRIO DIONÍSIO, correspondência particular, 16/12/77
"E nele (Cadernos para uma Direcção de Leitura de "Os Maias") de novo encontrei as qualidades excepcionais que pude assinalar nos comentários à margem do Amor de Perdição. Excepcionais, sem dúvida, porque não se trata apenas de informar; trata-se de ensinar a ler, a ler atentamente, criticamente, com inteligência, com finura, de um modo pessoal".
JACINTO DO PRADO COELHO, correspondência particular, 11/9/79
"O nosso amigo partiu, mas ficou a sua Mensagem: Meu dever fez-me, como Deus ao mundo. Pensamos encontrar neste verso de Pessoa a síntese do que foi o Sr. Doutor Luís Amaro – um homem feito pelo seu dever, dever que cumpriu integralmente em todas as dimensões. Um dever que fez dele um Pai exemplar, um Marido dedicadíssimo, um professor excepcional, um colega sábio e sempre delicadamente atento à opinião dos outros, um Homem – modelo do mais perfeito cavalheirismo.
É esta a sua Mensagem. Foi este o seu conceito de Dever.
Cumprido inutilmente?... Não, porque o cumpriu.
Não, porque o legou a todos nós".
MARIA DA CONCEIÇÃO NOGUEIRA, Marrancos, 16/2/91
"Quantos faltarão ainda para que desapareçam os componentes daquele grupo que se reunia aos sábados com José Régio, (...) um a um, todos têm ido. Primeiro, foi Régio (...), por último, o Luís Amaro de Oliveira, talvez a inteligência mais lúcida e a formação literária mais pronta para responder às objecções de quem as fazia e dizer a Régio o que não estava bem ou o que era um erro que se tornava necessário corrigir (...)".
JOAQUIM PACHECO NEVES, 11/9/91
"O Dr. Luís Amaro de Oliveira, Amigo de há tantos anos, tantos anos, chegou até à minha presença pela vossa memória fiel e justa. Comovi-me. Pareceu-me ter a meu lado, de novo, o Colega, o amigo, tão leal, com a distinção e singeleza do seu trato, a sua inteligência profunda, que nunca se queria impôr, a sua graça discreta, a sua alegria de quem está em paz consigo mesmo, e a sua ânsia de um mundo justo e bom que o seu espírito crítico sabia ser possível, embora distante".
MATILDE ROSA ARAÚJO, 12/1/98
"Firme nas convicções e de juízos próprios que expunha com desassombro e sem agressividade, mesmo no calor da discussão, era um homem de princípios e valores. Crente, embora inquieto, católico mas agrilhoado pela dúvida, Pascal foi-lhe durante a vida um companheiro inseparável e "Pensées" um livro de cabeceira, espécie de vade-mecum, surrado de tanto manusear, em cuja leitura se abismava, mesmo enquanto a missa decorria".
PADRE JOÃO MARQUES, 16/1/98
"Luís Amaro de Oliveira foi um dos Amigos trazidos por José Régio, que dele dizia ser um homem de fino trato e refinado gosto em coisas de arte. Aliás, ao longo da nossa convivência, nos habituais encontros de sábados na Póvoa de Varzim, o pude confirmar. Homem profundamente dedicado e conhecedor da literatura, que me proporcionava juízos muito correctos quando o consultava para a transposição de obras literárias para cinema. Os seus amigos, em particular o Prof. Doutor P. João Marques, comum amigo e seu companheiro quase diário, e a Cidade da Póvoa de Varzim, perderam alguém que a todos faz grande falta".
MANOEL DE OLIVEIRA, 16/1/98
"Tópico nodal de trocas de impressão muitas vezes partilhadas ordenou-se em torno da vivência da democracia e seu fortalecimento. Nesta perspectiva, analisamos, em conversa solta, textos e pessoas, situações e factos consumados. Conseguimos discutir para encontrar consenso e divergências, animados só pelo desejo de bem pensar e entender o que estava a acontecer, o que se construía.
Uma coisa nos pareceu evidente: não são os demagogos, nem os pregadores de "verdades circunstâncias", por mais democratas que se proclamem, os verdadeiros democratas. Democratas são os que, no dia a dia, se comportam como tal, sem olharem a modas e oportunismos lesivos da liberdade que lhe subjaz, como se subjaz, o respeito pela pessoa, valor essencial. E Luís Amaro foi, sem dúvida, paradigma do cidadão democrático".
LUÍS ANTÓNIO OLIVEIRA RAMOS, 6/2/98
"Considero que Luís Amaro era um hábil utilizador de dois estilos distintos: o do contacto da histórias e o de principiante em debates ou discussão, mesmo que a dois, sobre um tema. Nas histórias - e aí entram as suas saborosíssimas narrativas de caça - para além do colorido e daquela vivacidade pausada com que ele as desafiava, era notável a sua capacidade de imitação das formas de dizer, do sotaque (acentuadamente minhoto) das suas personagens".
MANUEL GOMES DA TORRE, 13/3/98
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Reencontro com o Dr. Luís Amaro de Oliveira
Em 16 de Janeiro de 1998, na passagem do 7.º aniversário do falecimento do Dr. Luís Amaro de Oliveira, a Escola Secundária Eça de Queirós, com a colaboração da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, prestou homenagem a este professor - um dos seus docentes mais ilustres, que merece ficar eternizado na memória de todos.
A fim de se concretizar esta homenagem, a Comissão Organizadora composta por colegas e amigos seus apresentou ao Conselho Directivo a seguinte proposta, que foi aprovada por unanimidade, em Conselho Pedagógico de Novembro de 1997:
Proposta ao Conselho Directivo da designação "SALA DR. AMARO DE OLIVEIRA" à actual biblioteca.
Atendendo ao número de anos de serviço prestados com extrema dedicação a esta escola; atendendo a que foi um professor com obra didáctica publicada em quantidade, qualidade e actualidade sem paralelo; atendendo à divulgação da sua obra didáctica, com projecção nacional e internacional, nomeadamente nos países em que se processa a aprendizagem da Língua Portuguesa; atendendo à forma humana e cortês como se relacionava com a comunidade educativa, sem qualquer distinção; atendendo ao seu perfil de professor - um tenaz estudioso, em contínua formação, assumindo sempre uma profunda simplicidade e humildade notável; atendendo à sua imagem invulgar de profissional, figura paradigmática que muito dignifica o quadro docente e discente desta Escola, pensamos ser de mínima justiça solicitar que seja atribuído à sala "anónima" - Biblioteca - o nome «Biblioteca Dr. Luís Amaro de Oliveira», ou, na sua impossibilidade, a um outro espaço escolar condigno da personalidade que pretendemos homenagear.
Escola Secundária Eça de Queirós, 22 de Outubro de 1997
Os Professores : Maria da Conceição Nogueira
Maria do Carmo Caimoto
António Azevedo
Maria da Assunção Gomes
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A homenagem decorreu de 16 de Janeiro a 13 de Março de 1998, com o seguinte programa:
16 de Janeiro
- Escola Secundária Eça de Queirós - Sessão de Abertura, presidida pelo Dr. José Macedo Vieira, Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim:17.00 - Atribuição do nome Dr. Luís Amaro de Oliveira à Biblioteca da Escola Secundária Eça de Queirós.
18.00 - Missa de sufrágio na Capela de S. Tiago
21.30 - Biblioteca Municipal:
Abertura de uma exposição biográfica e bibliográfica - "Reencontro com o Dr. Luís Amaro de Oliveira" - Organizada pelo Director da Biblioteca, Manuel Ferreira Lopes |
22.00
- Actuação do "Coral Ensaio", dirigido pelo Maestro Abel Carriço, professor da Escola Municipal de Música, orientada pedagogicamente pelo Professor João Marques.22.30 - Conferência proferida pelo Professor Dr. Padre João Marques, Catedrático da Faculdade de Letras (História), da Universidade do Porto e particular amigo do Homenageado e de sua Família.
30 de Janeiro - Auditório Municipal:
21.30 - Exibição do Filme "Benilde ou A Virgem - Mãe" de Manoel de Oliveira, precedida de uma apresentação, proferida pelo Coronel Dr. Apolinário José dos Reis Pereira, irmão do escritor José Régio.
6 de Fevereiro
- Biblioteca Municipal:21.30
- Actuação do "Coral Ensaio".22.00 - "OLHARES SOBRE AS COISAS E OS OUTROS" - Conferência proferida pelo Professor Dr. Luís António Oliveira Ramos, Catedrático, da Faculdade de Letras do Porto e sobrinho do Homenageado.
13 de Fevereiro
- Auditório Municipal:21.00
- Exibição do Filme "Amor de Perdição" de Manoel de Oliveira, tendo a sua apresentação sido proferida por este ilustre Cineasta.13 de Março - Biblioteca Municipal - Sessão de encerramento da Homenagem presidida pelo Dr. Luís Diamantino Baptista, Vereador do Pelouro da Cultura da Póvoa de Varzim.
21.30 - "A OUTRA FACETA. OU APENAS UM PRETEXTO?" - Conferência Professor Dr. Manuel Gomes da Torre, Catedrático da Faculdade de Letras do Porto.
22.30 - Declamação de dois poemas de Cesário Verde "Sentimento de um Ocidental - I - Avé Marias" e "De Tarde" , por Cláudia Joana Lima Abreu, Cláudia Raquel Barbosa e Maria de Fátima Vieira Gonçalves, alunas do 12ºano de Humanidades.
"A PROPÓSITO DE LUÍS AMARO DE OLIVEIRA - DA PALAVRA À DIDÁCTICA", pelo Dr. Albino Pedrosa Campos, antigo professor da Escola Secundária Eça de Queirós. |
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Por iniciativa do Director da Biblioteca Municipal, Manuel Ferreira Lopes, decorreu durante o mês de Fevereiro, um Ciclo de Vídeo, sob o título genérico: "ILUMINAÇÕES DO MESTRE" - Quatro filmes em memória do Professor Luís Amaro de Oliveira, com o objectivo de transmitir uma visão do Mestre perante a vida, o Cinema, a Música e a Escultura:
"A VIDA POR UMA CORDA" - de Chen Kaige
"NICK'S MOVIE - UM ACTO DE AMOR" de Nicholas Ray e Wim Wenders
"TODAS AS MANHÃS DO MUNDO" de Alain Corneau
"A PAIXÃO DE CAMILLE CLAUDEL" - de Bruno Nuytten
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